quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

JONNY QUEST - Desenho - 1964



Uma das grandes animações que marcou uma geração inteira! Jonny Quest é um desenho animado de aventura sobre um garoto que acompanha seu pai em aventuras pelo mundo todo. A série foi ao ar entre 1964 e 1965 pelos estúdios Hanna-Barbera, o mesmo dos Flintstones, Jetsons, entre outros. Diferente de outros títulos da Hanna-Barbera, que sempre apresentavam um tom cômico, e e na sua grande maioria com animais falantes, Jonny Quest foi a primeira produção com uma textura realista. A forma de animação, também foi um diferencial, pois saia dos personagens estáticos e cenários que se moviam e passava a ação toda para os próprios personagens! Isso tudo, numa época sem o uso dos computadores!! A ideia de conceber o desenho foi de Doug Wildey.

A aventuras giravam em torno das passagens do Dr. Benton Quest, pai de Jonny, que era um cientista a serviço do governo americano e sempre se envolve em  caçadas a espiões orientais (fruto do medo comunista), nazistas, monstros (lobisomens, gárgulas, múmias...) e claro cientistas loucos como o Dr. Zin, que aparace em vários episódios. 


Jeff Chandler - Ator que inspirou o visual de Bannon
O melhor amigo de Jonny era Hadji Singh é um garoto indiano de 11 anos, que sabia fazer mágicas como levitação e desaparecer objetos. Ele entrou a partir do segundo episódio, intitulado Aventura em Calcutá. O personagem Hadji era uma clara tentativa de aproximar os Estados Unidos dos países de cultura Islã, que estavam na mira dos comunistas! A guerra fria tinha chegado aos desenhos! A dupla de meninos, tinha um cão, Bandit, um pequeno buldogue inglês que pertence a Jonny. Bandit não faz jus ao seu nome, pois ele é medrosos e sempre entra em confusão! Ás vezes ele piora as situações e em outras salva. Era o personagem cômico da série. Tenho certeza que na época do laçamento do desenho, muito cãozinhos foram batizados de Bandit!

Depois da série original de 1964, ainda teve mais duas séries, "As Novas Aventuras de Jonny Quest" de 1986 a 1987, com 13 episódios e "As Incríveis Aventuras de Jonny Quest" 1996 a 1997,  com 56 episódios. Aqui, a novidade era a presença da filha de “Race” Bannon, Jessie.  Nenhuma retornou o charme da série original! Jonny Quest teve apenas 26 episódios, devido aos altos custos da produção e o pouco retorno em audiência na sua estréia. Mas depois de mais de 40 anos, ainda é reprisado na TV!
ABERTURA


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Especial IRWIN ALLEN - Túnel do Tempo - Série de TV






Aqui começa uma série de postagens neste blog sobre IRWIN ALLEN, o mestre do desastre! IRWIN ALLEN foi um grande produtor de cinema e de séries de TV nos anos 60 e 80! Para começar esta pequena homenagem, vamos falar de um série de TV de ficção cientifica: TÚNEL DO TEMPO! A série tinha tudo para dar certo. IRWIN ALLEN pode aproveitar cenas dos inúmeros filmes antigos de sua produtora, a 20th Century Fox, para recriar períodos, reduzindo assim os custos da produção. Mesmo assim, só durou um temporada com 30 episódios!

A série contava a história das aventuras no tempo de dois cientistas: Doug Phillips (Robert Colbert), e Tony Newman (James Darren). Os dois cientistas trabalham para o governo americano no projeto super-secreto chamado de Tic-Toc, como a batidas de um relógio! O projeto é sobre uma máquina do tempo, com o poder de teletransportar pessoas ou objetos através do tempo. Para provar a um politico que o projeto Tic-Toc não era um desperdício do dinheiro público, Tony e Doug entram no Túnel e vão para o passado. E claro que ocorre problemas, e a máquina não tem força suficiente para trazê-los de volta.  Assim, os dois heróis ficam vagando pelo tempo, encontrando e presenciando grandes situações da história humana! Até mesmo ajudando figuras importantes do passado a escrever seus nomes na história. Uns dos pontos da série é que ao fim de cada episódio, era um "gancho" para o outro! E naqueles tempos (anos 60), ainda da ressaca do pós-guerra e com a Guerra Fria em plena ascensão, os episódios sempre tratavam de mostrar os americanos como os grandes salvadores do mundo!  O que acontece até hoje nos filmes americanos!

Havia algumas contradições nos episódios, como por exemplo no primeiro, onde Tony diz que nasceu em 1938. E ai, três episódios depois, ele afirma que tinha 7 anos em 1941. Um baita erro grosseiro! Isto irritava alguns fãs mais fanáticos, os roteiros era quase sempre fracos! Apesar disso é lembrado até hoje!

E Tony e Doug nunca conseguiram voltar.....



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

ODYSSEY - Vídeo Game (1978)


Quando se fala em vídeo games antigos, precisamente do final dos anos 70 e começo dos 80, a primeira lembrança que vem a nossa cabeça (precisamente naqueles com mais de 30), é o ATARI. Mas,também temos temos um console que também fez história por aqui. Era o ODYSSEY,  fabricado pela Magnavox e lançado em 1978 pela Philips. Apesar de ter sido lançado em 1978, o ODYSSEY só chegou ao Brasil em 1983. 

Naquela época, 1983, para mim, jogos eletrônicos só aqueles jogados em lojas de fliperama. Antes só o tele-jogo (em breve um post aqui). Nestas lojas, comprávamos fichas e ao colocar na máquina, tínhamos alguns minutos de aventura. A molecada gastava toda a mesada, além de horas e horas fora da escola e dos estudos! Imagine, quando surgiu a oportunidade e ter em casa uma daquelas máquinas em tamanho bem reduzido? Para jogar o dia inteiro? A criançada pirou!! Queria a todo custo!! Tanto é que muitos dos jogos das lojas de fliperama foram adaptados a nova mania!

ODYSSEY vinha com um sistema de vídeo game prata incorporado a um teclado alfa numérico com aparência de um computador. Ele apresentava uma aparência de computador com aquele teclado. Apesar de que não usarmos todas as teclas, só algumas. E além disso, vinha  com o game “Space Invaders” exclusivo para ele. Mas na guerra entre ODYSSEY X ATARI, o ATARI levou a melhor. Isso por que, o ATARI teve mais jogos lançados, e era mais barato. Outro detalhe, era que muitos jogos do ATARI puderam ser pirateados, e do ODYSSEY não.

Os jogos eram o mais variados possíveis, e tinha um até com o Didi Mocó. Sim, o dos trapalhões. O nome do jogo era Didi na Mina Encantada. Na realidade, o jogo era cópia direta de outro chamado de Pick Axe Pete! A única diferença era a capa do jogo, que no Brasil tinha a caricatura de Didi. Não se percebia nada por que os gráficos eram muito ruins e não dava para perceber a semelhança com o trapalhão da TV.Uma excelente ideia. Mas como era o jogo? Didi está na misteriosa Mina Encantada, cheio de ouro. Uma mina cheia de perigos com pepitas de ouro gigantes rolam o tempo todo, profundos buracos surgem  o nada. E ainda tinha pedras enormes ameaçando nosso herói. Didi tem uma picareta que o defende, e sai em busca não só do ouro, mas em busca de chaves que abrem as portas para novos tesouros.

Hoje o ODYSSEY está esquecido, onde o medalhão ATARI ainda é lembrado, mas não há como negar que o ODYSSEY deixou sua marca na história dos video games.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

TUBARÃO - O FILME (1975)

MEDO DE ENTRAR NA ÁGUA?
Você tem medo de altura? Medo de insetos, cobras, escorpiões? Até o medo do escuro, muito comum entre as crianças? Medo da morte? Encontramos várias fobias, mas depois 1975, a hidrofobia aumentou consideravelmente! Isso por culpa de Steven Spielberg, o diretor do filme TUBARÃO! Hidrofobia é o medo de água!

Quem foi ao cinema em 1975 para assistir esse clássico do cinema, saiu com um temor horrível de entrar no mar, mesmo naqueles em que não viviam em uma cidade costeira. Na época, o mundo inteiro comentava o filme,  e as possibilidades dele ocorrer  de verdade! O suspense que Spielberg conseguiu imprimir no filme, foi digno (ou mais!) de qualquer obra de Alfred Hitchcock (1899-1980), o mestre do suspense. Quantas pessoas saíram do cinema assutadas? Basta dizer, que TUBARÃO foi o primeiro filme a ultrapassar mais US$ 100 milhões em bilheterias somente nos EUA, chegando ao mais de US$ 470 milhões no mundo todo. Custou quanto? Apenas US$ 9 milhões. Valor alto para os padrões da época.

                       

TUBARÃO é  baseado no livro de mesmo nome de Peter Benchley. O filme começa com uma garota morta, enquanto nadava, por um tubarão. O detalhe desta cena, é que em nenhum momento o tubarão aparece! Alias, ele aparece muito pouco, só dando as caras quase no fim do filme! No restante, são pequeno relances, acompanhado da trilha sonora. A trilha sonora do filme é de mestre John Williams, que muitos afirmam que a maior parte do suspense e medo que filme passa para o espectador é devido a sua trilha sonora feita por ele. Começa com uma batida simples e vai crescendo até um climax, no mesmo ritmo dos batimentos do coração do espectador do filme. Até hoje, o tema do monstro marinho é homenageado em vários outros filmes, desde dramas até comédias. Ouça a trilha sonora AQUI.

Como fazer um filme,onde o protagonista é um tubarão? Se fosse feito nos dias de hoje, a resposta é simples, por computação gráfica. Mas em 1975, isso era impossível. O bicho estão era mecânico, o que ocasionava muitos defeitos e claro atrasos de filmagem! o tubarão-mecânico de Spielberg quebrava a todo momento. Além de não funcionar, o tubarão-mecânico afundava, ou suas partes se estragavam na água salgada.Até mesmo um barco afundou de fato com a equipe de filmagem. Com todos estes problemas, o diretor aprimorou o suspense (não mostrava o bicho por completo), e criou uns dos maiores clássicos do cinema. Além do suspense, o drama foi incorporado. O policial, Martin Brody (Roy Scheider) se vê incapacitado de enfrentar o tubarão. E ainda sofre de hidrofobia. Depois de alguns ataques, ele é obrigado a ir para o alto mar, junto com um especialista, Matt Hooper (o oceanógrafo vivido por Richard Dreyfuss) e Quint (o pescador lobo-do-mar durão interpretado por Robert Shaw, 1927-1978).

A caçada ao tubarão em alto mar, é uma guerra entre humanos e uma força da natureza. Há uma fragilidade humana implícita nestas sequencias. Por que o tubarão ataca aquela costa tão pacifica? Simples, o tubarão está ali para se alimentar, e quem manda humanos invadirem seu território? A sensação que temos durante este terceiro ato é que somos meros "pedaços de carne'! Saímos do topo da cadeia alimentar! Saímos da arrogância de donos do mundo! Tente assistir o filme numa sexta feira a noite, e no outro dia tente realizar um mergulho numa praia qualquer! Pode gritar: "Maldito Spielberg!!!"

O filme teve sequências, sem a participação de Spielberg: Tubarão II (1978), Tubarão III (1983) e Tubarão IV - A Vingança (1987). Todas fracas, em comparação ao original!

domingo, 10 de novembro de 2013

IRMÃOS CORAGEM - NOVELA 1970



IRMÃOS CORAGEM - NOVELA 1970

O Brasil é o melhor em fazer novelas no mundo, isso todo mundo sabe, mesmo com algumas produções atuais ou recentes de gosto duvidoso. Essa fama toda vem quase toda (senão toda!) das décadas de 70 e 80, principalmente, onde a Rede Globo reinava absoluta neste quesito de entretenimento familiar. E é exatamente da década de 70, precisamente no início, 1970, a uue este post se dedica: A novela IRMÃOS CORAGEM!!! O primeiro clássico da teledramaturgia brasileira!

IRMÃOS CORAGEM foi escrita pela talentosa (e maior escritora de novelas de todos os tempos) Janete Clair com direção de Daniel Filho. Estreou no dia 8 de junho de 1970 e durou exatos 326 capítulos, ou seja, durou mais de um ano! Ela terminou em 12 de junho de 1971! A novela ainda juntava os atores mais populares da época: Claudio Marzo, Regina Duarte, Tarcísio Meira e Glória Menezes! A história lembrava muito um faroeste!

                           

A história conta a luta pela liberdade que se choca com os irmãos Coragem João, Jerônimo e Duda, que vivem na cidade de Coroado. A trama se inicia depois que João (Tarcísio Meira) encontra um grande diamante! João e sua família sofre várias injustiças do "dono" do local, o Coronel Pedro Barros (Gilberto Barros). Com tanta injustiça, João acaba virando um fora da lei, tornando-se um líder de um bando de garimpeiros também injustiçados. Para complicar mais ainda, Janete Clair ainda se apaixona pela filha do Coronel, Lara (Glória Menezes). Lara apresenta ainda várias personalidades, incorporando comportamentos que se alteram em reprimida (Lara), Diana (sensual) e Márcia (sensata). Demais para o galã-herói-bandido João Coragem! Os outros irmãos vivem papeis um pouco diferentes do irmão João. Jerônimo (Claudio Calvacanti), vira político, Duda (Claudio Marzo) deixa a cidade e vira jogador de futebol. No fim, Jerônimo e Potira (Lúcia Alves) morrem em uma emboscada por causa do diamante, e João acaba destruindo o tal diamante que foi o motivo por toda a desgraça.  O Coronel Pedro Barros queima sua casa e a cidade e morre. João, comos moradores da cidade, e começam a reconstruir a cidade.ao lado de Lara e Sinhana, reúne os moradores da cidade para reconstruir uma nova cidade, livre de todo jugo e exploração. 

A novela fez tanto sucesso, que deu mais audiência do que a final da copa do mundo de 70, a do tri-campeonato mundial. O jogo final entre Brasil e Itália foi num domingo, para sorte do esquete canarinho, já que a novela passou na segunda! Acredito que se tivesse sido no mesmo dia, a final tinha perdido feio! Ela toda foi feita em preto e branco, pois ainda era raro as transmissões a cores na TV naquele época. Uma grande novela que marcou um época e um povo ainda mergulhado na ditadura militar. Pode-se reconhecer na trama, uma certa crítica ao governo militar brasileiro. 

A Globo Marcas lançou a novela em oito DVDs. Vale a pena conferir! Mas esqueça o remake feita em 1995 que não supera o original!


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

FALCON - 1978


Quem disse que menino não podia ter um boneco? Em 1978, foi lançado o boneco FALCON! A molecada adorou e fez um grande sucesso por muitos anos! Para mostrar de vez que o tabu "que menino não podia brincar de boneco", FALCON era musculoso e tinha uma grade cicatriz no rosto! Nada daquela viadagem do tal do Ken, o namoradinho da Barbie! Ele podia ser louro ou moreno, com ou sem barba! FALCON era coisa de macho! Parecia de verdade mesmo, já que ele apresentava vários tipos de roupa de verdade (que podiam ser tiradas - FALCON ficava só de sunga azul, com um A estilizado!), além de vários veículos, como jipe, lancha, helicópteros, carros, etc...FALCON também tinha missões, como caçar tubarões! Um mundo de aventuras, com o limite da imaginação de cada menino! 

Equipamento Caça Tubarão

No início só haviam dois modelos disponíveis, mas com o sucesso logo foram feitos outros modelos. No começo de suas aventuras, ele apenas servia o exercito, depois começou a enfrentar os perigos da natureza como aranhas gigantes, polvos e gorilas ferozes. Depois, FALCON virou um agente secreto, desafiava a morte em várias missões! Nesta época surgiu pequenas máscaras para se colocar na face do boneco para as missões de disfarce! Os disfarces era de um velho, um homem com um tapa olho, um chinês e um sujeito de bigode! Quem poderia desconfiar que alguns deles eram o FALCON???

A série de maior sucesso era o de Olhos de Águia, que movia os olhos para os dois lados! Essa série fez tanto sucesso, que outros personagens surgiram com o grande vilão do nosso herói: TORAK, com seu terrível raio laser no peito e uma mão biônica em forma de gancho! Para ajudar FALCON  a combater TORAK, surgiu Condor, seu amigo cibernético! Além de vários novos equipamentos! Quem, hoje, está perto dos 40 desejou um destes! O único problema: eram caros demais para a época!

TORAK
 Os meninos até que tentavam brincar de FALCON com as meninas e suas Barbies ou Susis, mas no fim eles queriam mesmo eram que FALCON "namorasse" estas bonecas!! 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

BUCK ROGERS - SERIADO DE TV (1979)


Abertura original 1979

Quando se fala em Buck Rogers é lembrado logo a série de TV de 1979. Mas Buck Rogers é um personagem criado em 1928, e era chamado de Anthony Rogers, herói de duas novelas de Philip Francis Nowlan publicadas na revista Amazing Stories. Sua fama se firmou em uma série de tiras publicadas em jornais. Ele ainda teve um série no cinema.

No seriado de 1979, o capitão William Buck Rogers é lançado em uma sonda espacial pela NASA, no ano de 1987. Isso mostra, mas uma vez com a ficção sempre erra em datas! Mas continuando, devido a um problema no sistema de criogenia, Rogers fica congelado por 500 anos, orbitando um planeta distante. Quando ele é encontrado, precisamente no ano de 2491, por uma raça chamada de Drakonianos é despertado, ele percebe que esta em um mundo diferente do que ele conheceu, cheio de andróides, naves surpreendentes e inimigos interplanetários. Ele descobre que a Terra está em luta constante com os Drakonianos, sendo este liderado pela bela e sensual princesa Ardala, que nutre uma certa paixão pelo nosso héroi. Alias, todas as mulheres da série, tem alguma paixão por Rogers. Quando volta a Terra e se instala, Rogers passa a fazer parte de um esquadrão de combate, mas não antes provar que não era um espião dos Drakonianos. 

Uns dos pontos interessantes da série é "embate" entre a cultura de Rogers do século 20 com a cultura século 25. Isso cria alguns arcos de história cômicos e alguns de drama! Como por exemplo, quando Buck tenta dançar a moda século 25 ou quando nosso herói visita o túmulo dos pais e amigos! Isso, associado que o mundo que ele conheceu no século 20 foi destruído por um holocausto nuclear. O ponto cômico ficava a cargo do pequeno e safado robô Twiki.

Na segunda temporada é toda passada no espaço, onde a bordo da nave Searcher Starship, Buck procura as tribos perdidas da Terra. Aqui, ele encontra um segundo inimigo, Falcão! Nesta segunda temporada, os vilões Drakonianos somem por completo! Nem mencionados eles são mais! E a audiência começou a cair!

A série fez muito sucesso no Brasil, onde passou por várias emissoras, estreando na Rede Globo, no início das tardes de domingo. Também originou diversos brinquedos para a garotada que sonhava com as peripécias de Buck Rogers no espaço, principalmente as cenas de combates espaciais. Claro que a série era inspirada em Guerra nas Estrelas original de 1977, mas era bem produzida e deixou sua marca!